quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A CEE, a comunidade e a união europeias

A construcção do actual espaço geopolítico europeu prefigura desde há muito, o «pan-gnosticismo», a «certeza» de que nenhuma crença é verdadeira, e assim sendo, a "reserva moral" do homem começa a aproximar-se do seu grau limite. Se tudo é posto em causa, muitas vezes sem qualquer nexo causal aparente, só podemos começar a questionar o grau de sanidade da sociedade.
 
Há muitos equívocos opinativos sobre a fundação da CEE, e a "paz" da qual a mesma dizem ser responsável, não passa de uma "paz podre". O recente nobel da paz deste ano é o exemplo perfeito de tal situação. A situação, aliás, foi mais do que caricata, foi estropitosa! Mas, como os interesses americanos na europa foram acautelados, e dirigindo-se os mesmos para o pacífico, malhem lá um nobel para a uniãozeca europeia, para que o povinho mascoto e inculto por decreto, acredite nessas patranhices, ganhando assim os governos (maçonaria) e os grandes monopolistas (trilateralistas e bilderbergs). 
 
E a farsa, à boa maneira "democrática", continua; em Portugal há o perigo (para o povo, claro) de o partido que mais contribuiu para o descalabro do nosso país, seja mais uma vez premiado!! O governo pode ser-lhes entregue de bandeja... e foguetes em bruxelas...  

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A lei e a ética

A legalidade de uma acção surgiu com o direito positivo, para fazer funcionar a lei. Esta legalidade gerada pelo direito positivo, distorce o conceito natural de lei, transformando-o num conceito abstracto.
No direito natural o que importa é se determinada acção é justa ou não, e não a sua suposta legalidade, baseada nos critérios discricionários do direito positivo.
Como a legalidade é o "ponto de partida" do sistema jurídico moderno, atira-se para o limbo a ética, não interessando de forma nenhuma a sua discussão. Segue-se que, no actual código penal português, notamos uma série de leis sem o mínimo de ética.
 
Segundo o critério positivista, a lei é para cumprir, independentemente da ausência de ética que a mesma manifesta, ora assim sendo, o direito positivo, incentiva o crime! Para além disto, o direito positivo manifesta uma autoridade moral superior à das consciências individuais, protegendo as injustiças e promovendo uma série de actividades lesivas para os interesses do país.
 
Podemos concluir que a actividade ilegal não é um defeito nem a obediência à lei é uma virtude.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O dia a dia do comércio tradicional

Com raios de sol ou chuviscos frescos, o panorama agrava-se. O comércio dito tradicional, responsável por mais de 64% dos impostos pagos em Portugal neste sector de actividade, vive dias de grande agonia. O comércio tradicional é muito mal tratado pelos nossos governantes.
Lembraram-se de inventar umas mini-impressoras para o micro e pequeno comércio (que não possuam programas informáticos) que custam a módica quantia de 1300 e tal euros! Se já há casas comerciais que mal conseguem fazer 2000 euros mensais, como se justifica isto?
 
Pois é meus senhores, o que se pretende, à sucapa, é que o dito comércio tradicional vá fechando portas. Sem tirar nem pôr. E depois vai ao AKI, ao MAX-MAT, ao bricomarché, ao Manel da chouriça e toma lá que já almoçaste. Pagareis preços muito mais elevados do que pagarias no comércio tradicional. E posso dizer-vos que na tríade, lar, construcção e bricolage, na ordem dos 15 a 25% mais elevados.
 
Mas isso não importa nada, o que é preciso é garantir monopólios para os amigalhaços poderem respingar brejeirices na democracia fedorenta cá do sítio. E quem ousar dizer as verdades daqui para a frente[a censura da internet vai ser uma realidade], será classificado de perigoso agitador e tolinho no grau quase máximo. 
 
Lutar contra isto, e eu que trabalho no comércio tradicional há 22 anos a tempo inteiro e 27 se contar com o tempo parcial, está a ser muito difícil. Eu conheci a fase de  crescimento do comércio tradicional[anos 1987 a 1990], assisti ao seu auge [anos 1992 a 1999], assisti à queda do mesmo [anos 2004 a 2010] e agora assisto à destruição final do mesmo [anos 2011, 2012, 2013, ?].

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Drums and Pipes

Só falta o Nobel da estupidez

É engraçado e irónico que a comissão europeia pretenda excluir o cristianismo dos valores europeus e queira, por outro lado, adicionar valores referentes ao Islão e a outras religiões. Com esta atitude, está-se a declarar guerra a todos os europeus.
 
Atribuir um prémio Nobel a ditadorzecos destes, a guerrilheiros ao melhor estilo do "Sendero Luminoso", é fazer de toda a gente burra. As pessoas deveriam unir-se e denunciar esta patranha, denunciar Mossieur Barrosooo, o pulhento Van Rompuy, o caguinchas da sisbónia, a bêbeda do "luxamburgo" e restantes malfeitores. 
 
Uam instituição que faz leis contra os naturais do espaço europeu, é a coisa mais anti-natura de que há memória. A união europeia não foi criada para a paz, como dizem muito mentirosamente, foi criada para para sermos "sodomizados" até ao último sestércio, provocando a falência da europa e dos europeus em favor de um modelo plutocrata, prestes a instaurar a escravatura.
 
 
Mas não se surpreendam; não é por acaso que o palhaço-môr da união europeia, que saiu dos esgotos comunistas do PCTP português, seja de há oito anos a esta parte presidente da União europeia, os resultados estão à vista; o fantoche faz aquilo que os seus amos que estão nos bastidores lhe mandam fazer... também não é por acaso que o (a) actual chanceler da Alemanha, a maior potência da europa, também ela tenha vindo dos esgotos comunistas alemães. Mas isto não fica por aqui, Van Rompuy, também ele militou na sua juventude em partidos comunistas, assim como a bêbeda do "luxamburgo", já citada em cima, e muitos outros eurodeputados presentes naquela "mansarda inqualificável". Como vemos, o comunismo não governa directamente, mas as suas ideologias tão nefastas, estão hoje bem patentes.
 
 
 
 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Até a Academia dos prémios "Nobel" está minada!

A atribuição do Nobel da Paz à União Europeia, a efectivar-se, será uma patranha do tamanho da própria Europa. Não há memória de tal coisa. Uma instituição que passa a vida a guerrilhar os seus próprios habitantes, pretendendo exterminá-los a prazo, estar em vias de receber o Nobel da Paz é uma flagrante declaração de guerra a todos os habitantes desse espaço.
 
A desvalorização contínua da Europa tem um objectivo máximo há muito definido. A "miscigenação", que não é só de pele, mas também cultural, mental e psicosocial. É para isto que se destroem as tradições, que se esbatem as fronteiras, se radicaliza o discurso em torno da igualdade... 
a tão famigerada moeda única europeia foi apenas um instrumento para dominar a finança, as "tendências" e destruir o máximo possível de pessoas naturais desse espaço (Europa). O Euro foi o "isco perfeito" que os senhores do mundo lançaram ao mundo [o pagode, nós todos].
 
E agora temos de aturar, a "fossa discursiva" dos arautos da democracia, que andam durante 10 anos a metralhar a europa com medidas e mais medidas, não querendo encarar de frente o erro do Euro, provocando assim, o desastre económico e social.
 
Não será possível sustentar esta situação por muito mais tempo. A sustentabilidade económica do nosso país está em risco, e ninguém o que admitir. E entretanto venha de lá um "Nobel".
 
 
 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Portugal 2013 - rumo ao deserto

Segundo números avançados por certas agências, saíram do país neste ano prestes a findar, 125000 pessoas. Já tinham sido mais de 100000 em 2011, e cerca de 75000 em 2010. Perante estes números, sempre em crescendo, o novo ano que se aproxima poderá ser o paroxismo final que conduzirá Portugal à sua quarta descida aos infernos. Depois da morte de D. Fernando I, do desastre de Alcácer -Quibir e do regicídio, Portugal volta a descer aos infernos.
 
O actual inferno de Portugal será de défice de pessoas e défice de ideias e de integralidade.
Esta situação é a mais difícil de todas as úlitmas referidas, acabou-se há muito o tempo da espada e do império, estamos reduzidos à triste condição do "enforcado" que caminha alegremente por entre bosques de choupos e tílias, qual sombra mais negra da noite.
 
2013 poderá ser o ano das sombras definitivas que pairam sobre este martirizado país. E que ninguém espere melhorias com simples eleições e mudanças de governo, nem sequer pense que com a "democracia que não existe", poderá resolver algo. A cada novo governo, e pela amostra tida da década de noventa para cá, PIOR GOVERNO.
Foi tudo um embuste bem montado, abril serviu para isto que estamos aqui a assitir e sentir. Não há democracia no sentido que a publicitam e utilizam para justificar o que aconteceu e está a acontecer, e só posso começar a dar razão aos muitos críticos da democracia, que diziam e ainda dizem (outros mais recentes) que tal regime é a utopia política elevada ao quadrado.
Analisar onde falhou a democracia, implicaria recuar no tempo, pois já na antiguidade clássica não faltaram autores que discerniram na perfeição sobre o tema. Importa neste momento, sobretudo, dizer que a democracia abrilina é falsa, vinda de onde veio, não representa quem diz representar, pelos representantes eleitos pelo voto.
 
Mas a farsa abrilina não termina desta forma, a democracia, patrocinada por anti-democratas primários e fomentada pela legião de sanguessugas, será a machadada final no Portugal tal como o conhecemos. Ao deserto de ideias e pessoas, seguir-se-á o deserto final, "um balde de minhocas" na expressão de Kendall Martens.
 
O monstrengo que está no fundo do mar
não tem nome, nem refém escolhido
é retido como um sonho ao luar 
vive para viver e não tem partido 
 
O monstrengo que está no fundo do mar
morre para não viver, o que sente no ar
é o abismo que enrola os seus filhos
é o perfume fétido, tudo tem de acabar
 
O monstrengo que está no fundo do mar
não sabe por que vive nem porque quer ser
a maldição é tão estropitosa e perdura
para estas e para outras, antes quebrar que torcer
 
 
   

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Portugal - a "Grécia" que não é mas virá a ser

Lá para os lados dos corredores poeirentos de bruchelas, imbuídos de uma visão "diabólica" e de um senso apurado para o clímax da decadência final, chega-se à conclusão que Portugal não é a Grécia e que os esforços de consolidação do governo português são dignos de louvor.

Dar-se-ia o caso de estarmos todos loucos, se não soubéssemos já que os "ejaculadores democratas" de bruchelas, desconhecem a realidade [aquela que mais interessava conhecer], mas, desconhecimento para os mesmos, é igual a muito poder.
 
O poder é tal que se permite legislação abusiva e destituída de qualquer base moral para opinar e sancionar contra a família, a vida, o homem, a hierarquia, a lei natural [visível por si própria, não necessita de ser explicada, nem precisa de decretos].
 
A ordem e a tradição foram substituídas pelo mergulho na selva, na salganhada, na eterna dívida, que implodirá algum dia.
 
A "grécia" que não é hoje, sê-lo-á algum dia, a continuar na senda dos elogios bruchelistas e da destruição massiva do país.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Concepções erradas de Deus segundo Voegelin

«A verdade do homem e a verdade de Deus são uma só coisa, una e inseparável. O homem viverá a verdade da sua existência quando abrir a sua psique à verdade de Deus; (...) Platão colocou a parábola da caverna, com sua descrição da periagoge, a conversão, o ponto de inflexão a partir do qual a inverdade da existência humana, tal como prevalecia na sociedade sofista ateniense, é superada pela verdade da Ideia. Platão compreendeu, ademais, que a melhor maneira de assegurar a verdade da existência era a educação adequada desde a primeira infância; por essa razão, no segundo livro da República, ele quis eliminar da educação dos jovens as simbolizações impróprias dos deuses, tais como propagadas pelos poetas. (...)
Nessa mesma ocasião, Platão isolou o componente gnosiológico do problema. Se, durante a juventude, a alma for exposta ao tipo errado de teologia, ficará deformada em seu centro decisivo, no qual se forma o conhecimento da natureza de Deus; a alma se tornará presa da "arqui-mentira", o alethos pseudos, que é a concepção errónea dos deuses».


In A Nova Ciência da Política (Edição brasileira) - Eric Voegelin