quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O sócretininho

Tenho de dar razão aos que previam há cerca de um ano e três meses atrás, que Passos Coelho era um "sócretininho" em potência. Parece até tê-lo ultrapassado (ao sócretino). A marcha da destruição do país segue imparável, ao contrário do que muitos supunham, eu incluído.
 
Quanto aos mé(r)dias, os mesmos dedicam-se afanosamente à desinformação, debitando algumas inverdades e distorcendo contextos.
O retrato do país é "anémico", "surreal", a raiar o absurdo total... Alguém que explique; Se Portugal tem um problema de dívida, como pagar a mesma se é retirado poder económico às famílias e às empresas? Que receita neoliberal é esta de "estrangular economicamente" o "povão"? Assim não se paga qualquer dívida, protela-se a mesma indefinidamente, pois que os fins justificam todos os meios. E o "povão" é "carne para canhão".

No tempo do "fascista", lá com todos os seus defeitos e erros, o país pagou a dívida da 1ª república (que também era colossal), um novo "fascista" ressurgirá das trevas para acabar com a pandiceia partidocrática da 3ª república. E conjuntamente com 2 ou 3 ministros, tal como no tempo do 1º "fascista", pagar-se-á a dívida da 3ª república.

A história repete-se; o tempo é circular, vivemos os mesmos problemas (com amplitudes diferentes) de há cem anos atrás. Seria de bom tom começar a tirar-se as devidas ilações.