quinta-feira, 22 de junho de 2017

Coitadinhos dos santinhos da futefraude

Está armada a giga no futebol português. Dão-me vontade de rir as posturas e as desculpas esfarrapadas das "virgens ofendidas" da futefraude cá do sítio.

Como se houvessem santos no futebol, na política e nos grandes negócios que circulam à volta da política e dos interesses politiqueiros. Tem muita piada ouvir a argumentação destes CABRÕEZINHOS DE MERDA que enxameiam as televisões, os jornais, as rádios e os mé(r)dias em geral.

" Nós somos muito sérios, temos 6 mil milhões de adeptos","os bons estão aqui e os maus estão ali", é esta a argumentação lipofrénica destes patetas. Aaaahhh esquecia-me, 6 mil milhões no nosso planeta e em Marte também, no caso de Portugal, somos 16 milhões... com os que já morreram..., até D. Afonso Henriques era benfiquista, usava cuecas encarnadas com um bordado de águia... e o próprio Conde da Marateca, no século XVIII, tinha bandeiras do Benfica em casa feitas pela companhia dos Jesuítas aquando da sua expulsão do país, bandeiras estas feitas em casa de um primo-trisavô do Pinto da Costa nos terrenos do actual estádio do dragão, onde em tempos mataram ali um dragão à varada...

Roubar, traficar influências, branquear capitais, subverter a justiça e os poderes é isto que se passa no futebol, tanto aqui no rectângulo da futefraude assim como na capoeira mor da UEFA e na dos bastardinhos da FIFA.

Ladrões, corruptos, chulos, bastardinhos de caca, lampiões de coleira e cagalhotos amestrados e treinados no parolismo bacoco, na zumbela tamurfa e no coça goivos, eis as maravilhas do futebol moderno do século XXI. Moderno, só de nome, porque quanto ao resto, este modernismo cheira-me a esturro há já muito tempo, mas os fanatoídes dos clubecos, dos Bendigas, dos Pôtos e dos Sportenes morreriam todos de tédio e de desgosto sem os seus clubezecos de merda...

VIVA O BRAGA E O GUIMARÃES, APESAR DE EXISTIR UMA RIVALIDADE ESTÚPIDA E SEM SENTIDO ENTRE ESTES DOIS CLUBES, PELO MENOS MERECEM A MINHA CONSIDERAÇÃO E RESPEITO.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A Direita continua a ser massacrada pela retórica esquerdista

Não compreendo como é que a Direita não reage perante as mentiras e desonestidades intelectuais de que é vítima. Será que existe hoje Direita? Ou a Direita estará a reboque da Esquerda? Existe por existir, e é triste dizê-lo, a sua sobrevivência no plano político está em risco! Mas pode ser que daí advenham causas positivas.

A "retabularia esquerdista" está a participar do jogo da Plutocracia, mais do que participar, a Esquerda é hoje o maior aliado (inconsciente, até certo ponto) da Plutocracia. O que pretende a Plutocracia? O domínio do mundo em todos os campos, a centralização financeira e fiscal, o fim das nações, dos povos e das raças como as conhecemos. A redução drástica da população mundial, e nada melhor do que guerras, doenças e o fim da família para isso ser conseguido (siga casamentos(?) homossexuais e reconhecimento de toda a espécie de direitos impossíveis de o serem em tais circunstâncias...). 

Os que compreendem o que está a acontecer e se manifestam contra essas inverdades, são classificados de "populistas de direita radical", de "homofóbicos", "racistas", "fascistas", e mais "istas" a granel e dependendo das modas. Recusa-se a análise racional dos factos, o que interessa é descredibilizar logo à partida os adversários, os que são contra os planos da centralização mundial; um só governo e uma só moeda, uma só religião e uma raça única de humanos, desprovida de qualquer sentimento patriótico, nacional ou familiar. Uma massa amorfa de cidadãos sem interesses comuns e fortes, que pense pouco e pela cabeça dos outros, destituídos de qualquer laço familiar ou étnico, para mais facilmente se conformarem com a ditadura mundial. 

A esquerda é o exemplo mais flagrante do velho dito: «Se não podes com eles, junta-te a eles...» 
Mas a Esquerda fá-lo de uma forma desgraçadamente cobarde truncando termos e significados, praticando uma inquisição mental de baixo índice correlativo e, ao mesmo tempo e por outro lado, baseando-se numa falsa interpretação da cultura antropológica. 


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Continua o circo anti-Trump

Quando ouço por aí dizer que «vivemos no século XXI e que os valores e princípios da democracia estão em causa», tenho vontade de dar gargalhadas até cair de costas. 

 Quanto ao famigerado século XXI, diga-se que o mesmo é o século da estupidez e da perfídia intelectual. Valores e princípios da democracia? Então não é democrático eu aceitar quem eu quiser e achar que deve entrar ou não em minha casa? Não é democrático eu decidir quem pode ou não - tendo em conta a preservação da raça do espírito (ai, outra coisa racista..) - trabalhar e viver no meu país?

Não é um valor eu querer preservar as minhas tradições? a minha cultura? a minha raça? 
Porque tem ela de ser destruída em favor de uma suposta miscigenação? Onde está a diversidade e para onde caminha ela?

Não tenho eu, porventura, o direito de julgar e achar (ai, ai, ai, outra coisa racista..) que certas pessoas não podem conviver comigo? Nem tão pouco serem merecedoras da nossa solidariedade?

Uma democracia que nega todas estas perguntas não é uma democracia; é uma fantochada na mão de uns imbecis que pretendem a destruição do mundo, das suas tradições, da sua diversidade,das suas culturas e modos de ser. 

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A derrota cultural da direita - continuação

A antiga noção política da verdadeira direita (a conservadora, a única passível de ser de direita) obedecia a uma bem definida hierarquia de laços sociais, que tinham como visão comum a "noção de sujeito ético". Esta noção baseia-se em larga medida no modelo ateniense que viria a ser absorvido no pensamento ocidental. Esta visão conservadora do mundo opõe-se frontalmente aos planos do liberalismo, cuja doutrina proclama que o homem deve libertar-se de todos os condicionalismos sociais e culturais, acabando desta forma com o determinismo das ciências naturais e de todo e qualquer princípio superior.

O homem é reinventado segundo um processo pavloviano, passando a ser dono de si próprio mas sem vontade própria. Daqui ao «Contrato Social» foi um passo muito fácil de dar. A comunidade deixa de fazer sentido, assim como a nação e a família. 

O que a direita actual (será mesmo direita?) não compreende é que sem família não há comunidade, nem nação, nem perenidade. Mas a direita insiste em ir atrás da esquerda em matérias sociais, parte sempre em atraso, mas acaba por alcançá-la. E é por esse estado de coisas que caminhamos alegremente para o abismo. Não há política possível sem algum bom senso e cujos princípios não estejam enraizados na "ética dos valores". 

A crise civilizacional é mais profunda do que nos querem fazer crer; é de ordem moral e social antes de ser económica, e aqui a direita tem muita culpa no cartório. Ao abandonar a sua base conservadora, a mesma tornou-se tão egoísta e materialista quanto a esquerda.

A questão central é esta: não há grandes diferenças entre a esquerda e a direita políticas, entendidas como tal num contexto de proporcionalidade parlamentar.

Urge rectificar posições e atitudes, urge criar em Portugal um partido de direita conservadora pois é a sobrevivência de uma civilização que está em risco.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A derrota cultural da Direita

A derrota cultural da Direita, hoje por hoje sem coluna vertebral, tem a ver com o não assumir-se como tal (de direita). Permeável em demasia ao politicamente correcto, ao ponto de quase evocar a sentença de Gustave Thibon: "estar entre o vento, a ambição de uma folha morta". A Direita sucumbiu ao domínio cultural da esquerda, desde há pelo menos 40 anos. A retórica esquerdista vem sendo paulatinamente estabelecida no campo político, impondo as suas palavras, o seu vocabulário e os seus esquemas intelectuais. Não esqueçamos que as palavras são os "vectores do pensamento", e assim, o clandestino ou o refugiado passa a ser o coitadinho, cuja maldade dos "racistas" o impedem de ser feliz.
Uma forma muito útil (os idiotas úteis elevados à enésima potência) de vitimizar o refugiado é precisamente fazer crer que qualquer indivíduo, que venha lá de onde vier, tem direitos e que esses direitos lhe são devidos.
De burridade em burridade, a esquerda nada quer com os interesses superiores, mas tudo quer com os interesses particulares de certas castas.

A esquerda maneja na perfeição as palavras. Conhece-lhes o valor e sabe de antemão que algumas palavras, mais do que outras, transportam consigo uma carga emocional e afectiva muito forte. Sobretudo em momentos como o actual, de grandes dúvidas, incertezas e descrédito generalizado.
Basta pensar nas racismopatologias e xenofobologias, tais litanias são invocadas de maneira recorrente pela esquerda contra os seus opositores. O procedimento clássico é mais do que conhecido; a culpa é sempre dos mauzões da direita, criptotravestidos de nazis e afins.

Esta desqualificação com os chavões do costume visa precisamente eliminar qualquer possibilidade séria e isenta de debate. O que lhes importa (à esquerda) que as suas palavras e ideias não tenham qualquer realidade prática e válida nos dias de hoje? A esquerda não se tolhe das suas subtilidades intelectuais. Os sofistas já o tinham percebido, mas passados tantos séculos continua-se a desvirtuar os conceitos e os respectivos significados. Tal como dizia Voltaire: "mentei, mentei, ficará sempre qualquer coisa..."

Assim, para os samelos da esquerda, opor-se aos seus ideias e mundividências é ser um filho da puta, um retrógado, um racista e um doente mental. Ser contra a miscigenação e contra a diversidade é ser intolerante em grau máximo.

O que há de mais sedutor que a diversidade? Era bom que se soubesse de que diversidade se fala, pois uma multitude, entendida como tal, não faz uma sociedade.

Qualquer sociedade se define pelas suas aspirações e  pela unidade do seu pensamento, ou seja, o correcto visionamento e efectivação do bem comum. Não existe sociedade política sem uma visão partilhada do bem comum e sem valores comuns. E não é nenhuma justaposição de minorias que reforçará quer o bem comum, quer os valores comuns. Bem pelo contrário. É só ler a história, mas com olhos de ler (ai que coisa racista...).

Os esquerdistas acham-se o expoente máximo da moralização da vida política, impondo a sua vulgata e soletrando a sua doxa com insolência e com aquela legitimidade própria dos canalhas e hipócritas.
Dando-se ares de grande respeitabilidade e paternalismo acéfalo, increpando sempre os mauzões da direita, quase obrigando-os a pedir perdão por tal pecado... na continuidade falaciosa do discurso enviesado, a direita pede licença aos maiores falsificadores da história para falar...




domingo, 22 de janeiro de 2017

O circo protestante anti-Trump e a igualdade(???) de género

Confesso que cada vez tenho mais dúvidas do que seja ou qual a real definição de democracia na cabeça dos participantes de manifestações anti-Trump.
Vamos por partes, o homem até pode ser um "filho da mãe", pode não ter experiência política e pode até vir a tornar-se num fraco presidente, mas foi eleito segundo processos democráticos. Ora segue-se que a democracia não é exclusiva de alguns, nem só de certos sectores e nem é verdade de uns quantos.
Mas a "cegueira colectiva", gerada e incentivada a pretexto de certos direitos e verdades que nunca o foram, não pensa assim. Não ganhou quem queriam que ganhasse e toca a descredibilizar e ridicularizar o vencedor eleito democraticamente.
Pois é, a democracia tem os seus quês e as suas particularidades, e não está isenta, de forma alguma, do erro e do facciosismo próprio de supostas elites descontroladas.
Sendo hoje a igualdade de género meta a atingir não importando com que meios, qualquer tentativa sensata, diga-se de passagem, que esteja contra esses planos é campo fértil para a descredibilização através da colagem dos rótulos do costume.
Muito usuais para quem não tem argumentos para ir além da rama.

As culturas clássicas estão repletas de exemplos desses. Todas as sociedades onde a desmoralização e os baixos costumes sexuais proliferaram, as mesmas entraram em decadência. E mais uma vez, pela enésima vez, a história repete-se. Os progressistas e modernaços não sabem disso, desconhecem a história, melhor ainda, para eles a história não existe, é mais uma convenção social e cultural obsoleta que os mesmos pretendem destruir a prazo.

Chega a ser patético e desconcertante ouvir certas figuras públicas debitarem a "cascalhada febril" do costume, como se as alternativas sexuais fossem legítimas, moralmente válidas e axiologicamente irrefutáveis. Para além das habituais racismopatologias e xenofobologias.

É uma coisa degradante e estupidamente pervertida o circo e a fantochada criada por certos pensadores de "caneca furada". Triste figura que fazem, defensores de coisa nenhuma, inventores e criadores de inverdades culturais. Para eles os seres humanos nunca foram compostos de duas polaridades sexuais diferentes; isso apenas foi uma maldade, ou uma maldição, que o progressismo está em vias de reverter. Não há polaridades no sentido clássico do ser, há as polaridades que cada um quiser - uma, duas, três ou uma dúzia delas, ou até nenhuma. Ao bom estilo mundial da perversão.

 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Esquerda e Direita - optimismo e pessimismo

O homem de esquerda é um optimista triste. Optimista apenas pelas suas utopias e incoerências e triste pela constatação da impossibilidade de atingir essas utopias.
O homem de direita - o verdadeiro - é um pessimista alegre. Pessimista porque sabe que a natureza humana tem de ser permanentemente corrigida, e que o paraíso na terra não existe. Alegre porque se sente contente de estar onde está, de fazer parte de uma linhagem e de uma comunidade e de sobrepor-se às suas imperfeições.

Ser conservador (a verdadeira direita) é reconhecer uma ordem natural das coisas que nenhum homem pode mudar sem causar grandes desordens, fatais à sociedade e a ele próprio. 
Ser esquerdista é considerar que a ordem natural das coisas é artificial (uma convenção cultural obsoleta!) e pode ser modificada segundo os desejos de cada um. Afirmam que o mundo está sempre em mudança, construindo uma filosofia do devir que prefigura desde logo o nominalismo: a ordem nada tem a ver com a natureza, sendo puramente contingente. 
A herança nominalista semeia a dúvida sobre a capacidade da inteligência humana entender o "ser das coisas", para além de confundir a estrutura ontológica do real.
Inexistente ou impenetrável, privada de consistência ontológica, a natureza humana para os modernos (de esquerda) deixou de ser um princípio de determinação ética.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Emigração e acolhimento, as fraudes esquerdistas

Não deixa de ser curioso notar que nos dias actuais os partidos ou posições ideológicas que mais defendem a emigração e as leis de acolhimento, tiveram num passado não muito distante posições bem contrárias. Dizia há cerca de 35 anos atrás o comunista Georges Marchais: 
      
      «Tendo em conta a presença em França de quatro milhões e meio de emigrantes e dos membros da sua família, a contínua chegada de povos estrangeiros a França coloca graves problemas. Atingiu-se o nível máximo de alerta. É preciso parar a emigração sob pena de lançar novos trabalhadores para o desemprego. Os emigrantes estão entalados nos guetos, famílias com tradições, línguas e maneiras de viver diferentes. Isto torna difícil a sua relação com os franceses. E a crise do alojamento agrava-se.»
     Outros tempos, outras prioridades. Um discurso destes é hoje classificado de "extrema-direita".
Mas muito antes de Marchais, os esquerdistas Jean Jaurés e Léon Blum justificavam a aventura colonial da 3ª república francesa afirmando:

       «O dever das raças superiores é de controlar e governar as raças que não estão no mesmo grau de civilização e cultura».
     Esta afirmação seria nos dias de hoje classificada incessantemente de racista, até caírem os dentes.
Por aqui se vê caros leitores, o engano, a perfídia, a fraude e a pouca vergonha que acompanham as ideologias políticas dos nossos dias.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Ai democracia, o que te fizeram

Democracia, palavra tão mal tratada e fatalmente desconstruída
serves para todo o pano e és pau para toda a obra
ninguém sabe quem tu és, mas também ninguém se importa
do ter ao ser, o caminho é o mesmo do não crer
violentas-te a toda a hora, ardes sem combustão e sem fogueira
com fantasmas te espantam e com loas te fazem remexer.


Democracia que jogas às escondidas
enganas as vistas do teu povo
com mentiras e atitudes bandidas
Democracia porque foges?
agora preciso, e tu por onde andas?

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Ai democracia, democracia

Democracia a quanto obrigas, que vergonhas te permites, que falsidades tu admites...
O randau atravessa a praça, multidão galopante se debruça, farinhosices e parvajolas...
Estonteante é o termo, no fim é o princípio, o princípio já não subsiste...
Triste fado dos panteáveis, conspurcado pela ignorância, elevada a espertança...
Democracia para onde caminhas, na névoa formada, dos heroís dos passados. 
Caminho sem tréguas, inigualáveis sentimentos e atitudes, esperança fundida das verdades incertas.